Queria eu, não pensar nas angústias que a vida me trás, não lembrar que a cada segundo pode ser o último e derradeiro; queria eu, pobre mortal, ter meus próprios problemas e não carregar o fardo do alheio em minhas costas, pois cada olhar triste, é como uma alma que nada possui, seres sem almas, e sem esperanças.
Queria eu, saber o real motivo de existir, saber a razão e o porquê de viver para morrer, pois cada segundo que passa, é um segundo a menos aqui, a diferença que posso ou não fazer.Queria eu, ser mais do que apenas eu; queria não me apegar, pois assim como todos, sei que tudo acaba em algum momento.
Queria eu, antes de tudo que as palavras não fossem apenas palavras, queria que o tempo não as apagassem, e que seus significados fossem eternos, e não banais, pois de banal, já basta esta vida da qual nada levamos, verdade seja dita.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Queria eu, caro leitor
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