Comunição, o básico necessário para o convívio em sociedade, mas o que se faz quando as pessoas não sabem se comunicar? O ego, o egoísmo, a falta de esforço em ao menos tentar entender o outro é maior do que o que realmente importa.
Em um mundo onde os valores foram perdidos e sentimentos são comprados, as coisas acabam por se perder no meio do caminho, e o crer no outro se torna difícil.
Mas espera! Quanta desilusão para com as pessoas, não é mesmo, caro leitor? Sim... E talvez esse seja o grande problema! Como assim? O tempo é curto, o eu é mais importante que o nós, e então a possibilidade de esperança para com sí próprio e com o outro é deixada de lado, sendo assim nada mais do que um pensamento utópico.
Complicado talvez, mas ás vezes parar para pensar sobre isso, causa uma reflexão necessária, e quem sabe, até mesmo benéfica. Verdade seja dita, caro leitor.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Sobre esperança para com o outro, caro leitor
sábado, 13 de outubro de 2012
Um pensamento, caro leitor
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Queria eu, caro leitor
Queria eu, não pensar nas angústias que a vida me trás, não lembrar que a cada segundo pode ser o último e derradeiro; queria eu, pobre mortal, ter meus próprios problemas e não carregar o fardo do alheio em minhas costas, pois cada olhar triste, é como uma alma que nada possui, seres sem almas, e sem esperanças.
Queria eu, saber o real motivo de existir, saber a razão e o porquê de viver para morrer, pois cada segundo que passa, é um segundo a menos aqui, a diferença que posso ou não fazer.Queria eu, ser mais do que apenas eu; queria não me apegar, pois assim como todos, sei que tudo acaba em algum momento.
Queria eu, antes de tudo que as palavras não fossem apenas palavras, queria que o tempo não as apagassem, e que seus significados fossem eternos, e não banais, pois de banal, já basta esta vida da qual nada levamos, verdade seja dita.
terça-feira, 31 de julho de 2012
A Dor de Não Sentir, Caro Leitor
"(...) é ferida que dói e não se sente" Mas como é possível estar ali, doer, mas não sentir? Se há dor, há sentimento – de ferida - , mas de que modo isso acontece? Sentimentos extremos e intensos, sejam bons ou ruins ás vezes transpassam a barreira física, ou nem passam por ela, indo direitamente para o psicológico, o que explica a sensação descrita no poema de Camões, dor psicológica, sentimento psicológico. Mas não é tão simples assim, pois ao mesmo tempo que existem sentimentos além dos que são físicos – os que transpassam a barreira -, há aqueles que surgem já não sendo uma ferida carnal e aberta, exemplos disso são a raiva e o amor que, você sabe que está ali, lhe causa sensações e reações mentais, porém, não é algo que você pode tocar, por mais perto e íntimo que esteja, há uma barreira, ali inalcançável.
Bom, o meu ponto de partida pareceu confuso, eu sei, falei sobre sentir e não sentir ao sentido literal, mas a realidade é que sentimos, sendo psicológico ou carnal, o que difere é o modo de fazê-lo, se há soluções para isso? Se você caiu e abriu um machucado no braço ou em qualquer outro lugar, passe algum remédio e logo vai melhorar, lhe garanto, mas se você sente raiva, amor, angustia, algo semelhante a dor, porém distante, sem poder tocar ou ao menos curar, espere, pois a única solução para isso, caro leitor, é o tempo, que aos poucos vai amenizar, fazer esquecer ou entender aquilo, para você, meu caro leitor, que a verdade seja dita.
sábado, 28 de julho de 2012
Sobre Perder a Cabeça, Caro Leitor
Ás vezes, só precisamos daquela palavra, seja ela qual for, tipo um cobrador olhar pra você as 7H da manhã e dizer "Desculpa, mas preciso falar. Larga essa tristeza e vai ser feliz", ou qualquer coisa do tipo.
Como costumo citar, cada um é responsável pelo que se tornou, ou pelo o que tem, ninguém mais além de você mesmo.
domingo, 22 de julho de 2012
Vamos Falar Sobre Calma
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Menos é Mais
Desapego... Esquecer de tudo que lhe tira a sanidade para achar a calma, reencontrar a "poesia" e o sentimento... Não, patético! Mas então a cena rola na minha cabeça, posso descrevê-la? Acho que posso, né? “Vejo o céu, olho para o mar, sinto a areia por entre meus dedos, me sinto livre como um pássaro que voa longe e não tem mais pretensões além de ser livre. E então me liberto. Toco meu rosto e sinto cada sinal de que já não sou uma criança, vejo meu reflexo, não me arrependo, o tempo é curto, sinto a vida, e me liberto de tudo faz mau. Finalmente sorrio, pois lembro que tudo que carrego comigo, pertence a mim, e faz parte de quem sou”, pode parecer nada, mas ás vezes esse nada é tudo que aquela pessoa parada do seu lado no ponto de ônibus com o olhar tão distante precisa ou quer... Menos é mais, caro leitor.